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Poema Meu - 12 de Junho

Tenho aqui guardado, envolto em papel-presente, à espera da tua presença para enfim ser entregue. É prova de que eu te ouço, de que tua vida me importa, mesmo quando, de forma torta, erro os caminhos da resposta. Escolhi cada detalhe como quem aprende a dizer aquilo que a voz não sabe, mas as mãos insistem em fazer. Agora repousa esquecido sobre uma prateleira qualquer, um gesto que perdeu o destino no instante em que te perdeu. Espero que, onde estiveres, alguma lembrança ainda guarde o carinho posto nesta peça que hoje ninguém há de levar. Pois o presente permanece, intacto, esperando talvez, enquanto a pessoa que o faria sentido já não volta outra vez. por Afonso Baldez

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